sábado, novembro 09, 2013

Brilhante dissertação sobre a inocência masculina

Nosso blog traz um comentário enxuto sobre a dissertação brilhante da bióloga Marise Blanc acerca da inocência e da ingenuidade masculinas.












     Remontando ao mais distante passado, a cientista M. Blanc da renomada Fundação Científica de Biologia e Presságios, vê na herança feminina genética a inferioridade masculina em relação ao modo vivencial e de deparação com a realidade e suas atribuições práticas cotidianas.
     A cientista acusa a inconsistência e inexatidão do cromossomo Y na divulgação de informações e mapeamento genético, o que torna o humano de sexo masculino desprovido de certas atribuições relativas ao enfrentamento da realidade e incapaz de lidar com situações reais e importantes na cadeia de relações ao longo de sua vida útil. E isso começa a se despontar já na infância, quando o menino começa a “ficar” nitidamente atrás de seu oponente de sexo feminino. Falta, portanto, na concepção de Blanc, a força necessária, no cromossomo Y, para disseminar por gerações e gerações o alelo responsável pela realidade e sua percepção.
     Já, no caso feminino, a disseminação hereditária genética é dada pelo DNA mitocondrial, que, muito mais efetivo, mantém com rigor as informações que serão disseminadas a posteriori. A mitocôndria (corpúsculo no interior da célula), por ter tido antes vida livre, fora desta, tem uma relação muito mais eloquente com a realidade e a vida em si, mesmo por que, essa, tem em seu remoto passado a inusitada honra de provir de bactérias. O que, logicamente, é uma vantagem genética.
     A mensagem disseminada do DNA mitocondrial só pode ser transmitida pelo lado feminino e raros são os espécimes masculinos que aproveitam amplamente a mensagem genética provinda da mãe, já que, no espécime masculino o centro de absorção das mensagens geneticamente transmitidas se prove de um filtro que impossibilita a contaminação de mensagens decorrentes de padrões externos, ou seja, exógenas.
     Ao todo, a proposta da cientista é deixar claro que, a ingenuidade e inocência masculinas são frutos de um grande complexo de auto defesa situado em regiões subsetorias na cadeia evolutiva e determina, com este suposto déficit, a vantagem de procriação, já que o torna mais apto a assimilação, ao aceitamento e a afeição em relação às mais diversas situações de paternidade e assim, de perpetuação genética.


Nenhum comentário: