sexta-feira, novembro 11, 2011

dueto

 de tempo de encontros






Gatinhos fofinhos,oncinhas pintadas , zebrinhas listradas,
ursinhos de pelúcia.... vão se fuck you
Todos vocês seres inúteis e mimos aristocráticos...
Vão todos se fuck you
Coisas depravadas, seres imundos criados pelo maligno,
Encardido, pelo cão, pelo tinhoso
Tudo o que há que existe vão se fuck you
Mentiras e verdades com quem estão?
Verdades estão nas mãos gatinhos fofinhos,
rapazinhos das mamães e a mentira sustenta em vão
a existência dos deploráveis.
Verdade seja dita pelo não dito, pelo mimo,
intocável de reputação putação , homem de bem!
Homem de bem, homem quem, vem, de bem, bem bem...
Vá para o inferno para ver até onde vai e dura a sua ilibação
sua pose de menino mimado, oncinha pintada, cuequinha dourada.
Sinta o frio ignorante e solene nas profundezas do seu
Freio que não vai funcionar, 
onde seus gritos, você, Fausto, besta, serão o manjar
do cramunhão que lhe espera e sorriso nos dentes e gengivas
como uma ogiva nuclear de merda, que fede, fede, fede...
Engula goela abaixo seus momentos de jogar pipoca
para os sapos do brejo que pra você é parque,
com o sorriso sereno de quem fez a terefa direitinho.
Engula sem engasgar ao ver o ser que lhe observa.

Ursinho fofinho, quando pisares no lodo escorregadio,
serás um escovão e de ti a palha de aço grossa arrancará
o sorriso seguido, reticente e soberbo que carregas.
Sua grana da puta labuta que pagas.
O mel da tua boca que azeita mais ainda a desgraça do
desgraçado que tem o nível do lamaçal sob a ponta do queixo.
Tu estendes a mão e o desgraçado afunda mais.
Nada vale, ninguém vale, tudo é compra e venda no mercado
do terror, aquele que chamamos de ramerrão.
Reconheço, eu, a minha condição hilária de nada de
pluma leve que com o vento vai, com o vento volta a
cair neste abismo sereno e triste que chamo vida.

Madame Blanc & Confligerante

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