terça-feira, setembro 23, 2008

incongruências






contam fontes, de fidelíssima carcaça, que Napoleão, o grande imperador, ao sentar-se no outro trono, o da casinha, depois de variadas introspecções (se assim deveras se escreve) vai aí um ponto interrogatício invisível, e expressões, no sentido de pressão para o exterior. Mugidos e caras vermelhas e arroxeadas. Pegava, no final da cruel e estonteante bataille, o rolo de papel higiênico e o cortava em três partes iguais, com a faca da baioneta, diga-se de passagem.
E assim se higienizava, sempre comovido e fiel à tríplice força leiáltica. Liberdade, Igualdade e Fraternidade.

Mas... não havia na época papel higiênico nos moldes de hoje, muito menos em rolos.

O que havia então?

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