domingo, agosto 28, 2005

turvulência

Escrito em outro tempo




Iam eles, pau e água
em turvas cores
navegação...
Serenos, fazendo artes imprecisas
momentâneos, complementando vidas
viam-se não, sentiam-se -
sob o pau: vaus!
E em páramos alhures
locas fundas e quietas cores, as turvas
que brilhavam por fora.
Tão ignóbeis seriam suas atitudes
e mistérios, profundos...
Turvas cores fluidas, que se diziam
incompreensíveis e inefáveis -
tabus?

Não!!! mais, mais, mais...

Vaus claros bonitos,
reboliços
serelepes
bagunceiros.
Ao que logo se via
verdades e mentiras
de tempos idos e corroídos
pelo próprio tempo
indefinido.

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