segunda-feira, agosto 01, 2005

RESSACA


Não ouso
te pensar!
E o que dirá
te desenhar
na poesia
do dia-a-dia?
Recuso-me a
confabular
e a querer
embrenhar-me
na sanidade
concreta do teu corpo
e na abstração
discreta da tua alma.
Firo-me quando
à toa me refiro a ti
e ferido fico
quando não te referes
ou nem pensas
e nem mesmo olhas
para a estrela
bela
que de presente
te dera

Um comentário:

Ursel disse...

Te amo,no dia-a-dia, sempre !!
Me mostra de novo as estrelas.. Sua